Amor
Amor. Talvez seja algo bom, mas também algo mau. Vem quando vem, e quando queremos esconde-se. Meio que é o destino, ou simplesmente é a vida? Eis a questão. Será que nós é que o queremos ou é mesmo só porque tem de ser. Sinceramente, amor para mim é das palavras mais complexas que pode existir. Mil dificuldades, mil inseguranças, mil perguntas… tanto pode ser muito vago como também muito indeterminado. Mas uma coisa é certa só conseguimos amar alguém se nos amarmos a nós primeiro. Amor próprio é tudo. É um conjunto de várias emoções, de várias borboletas e de várias lágrimas. Amar é necessário! Amar é lindo! Amar é espantoso! Amar é gostar! Amar é estimar! Amar é apreciar! Não conseguimos descrever este sentimento com uma única e simples palavra. Deparo por mim, apaixonada. Uma sensação incrível, mas também má. Nem tudo é um mar de rosas, lindas e cheirosas. Nem tudo é uma mansão de ouro, dourado e luxuoso. Fico parva a ver que nada é como parece. O mau é criarmos muitas expectativas onde elas não existem. O mau é enganarmos nos a nós próprios ao pensar que tudo é perfeito e belo, não o sendo. O mau é, cada vez nos conseguirmos iludir mais. Cada vez ficarmos mais magoados e mais partidos, como se fossemos um jarro quando cai ao chão. Desfeito em cacos, em mil cacos, pequenos e deprimidos. Apesar disso, amar é uma sensação também incrível, algo inexplicável. Onde damos por nós a estarmos felizes e realizados. Onde damos por nós a amarmos alguém e a sermos amados da mesma forma doce e delicada. Damos por nós a viver a melhor fase da nossa vida onde tudo parece um filme de romance sem drama e sem terror. Onde existe a princesa e o seu cavalheiro e onde acabam juntos para sempre.
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